DESEMPREGO VAI BAIXAR



O secretário regional dos Recursos Humanos garantiu, ontem, que há uma boa perspectiva de que o desemprego registado na Madeira continue a baixar. Para Brazão de Castro, trata-se de “um sinal de dinamismo da nossa economia e de que as medidas activas que se estão a desenvolver para combater o desemprego são boas medidas, de sucesso”.
A contribuir para esta situação, estão as ofertas de emprego que surgem e o número de colocados. O governante falava na Calheta onde presidiu à entrega de certificados a 68 formandos do concelho, que participaram em diferentes acções, ministradas na Casa do Povo local.
Ciclo de Boas Práticas na Procura Activa de Emprego, Inglês Prático para a Hotelaria e Restauração e Iniciação à Informática foram as acções ministradas.
Estas acções de formação para adultos desempregados e activos visam melhorar as competências profissionais da população adulta do concelho da Calheta, as quais têm contado com o apoio do Instituto de Emprego da Madeira.
Na oportunidade, o governante procurou desmistificar as críticas feitas pela oposição tendo em conta que os “números do desemprego na Madeira são bem mais favoráveis do que os números do desemprego no nosso país e até na Europa”.
Sobre o facto de afirmarem que os números estão “errados”, Brazão de Castro sublinhou que “a oposição esquece-se que quem determina esses números é a mesma entidade que apura os números para a Madeira, para o continente e para os Açores, seguindo os mesmos critérios aos que são seguidos na UE”.
Por esta razão, sustentou, “é que se pode fazer uma comparação da taxa de desemprego da Madeira, Açores e continente ou do nosso país com a taxa de França ou outros países da UE porque são critérios compatíveis”.
Contudo, afirmou que o facto da taxa de desemprego na RAM ser “bem mais favorável do que aquela que existe em termos nacionais, não quer dizer que se está melhor” porque “bastava que houvesse um só desempregado para que houvesse preocupação nossa”. O responsável pela pasta do Emprego garantiu que “o que é possível fazer para combater o desemprego está a ser feito por nós”.
Nuno Maciel, presidente da Casa do Povo da Calheta sublinhou a importância da formação porque “traduz-se numa atitude pessoal de não acomodação”, de “ir ao encontro de outras soluções que possam contribuir para a qualidade de vida, desenvolvimento pessoal e profissional”.

Fonte: JM

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