HISTORIAL

A CASA DO POVO DA CALHETA

Foi constituída legalmente em 30 de agosto de 1973, tendo iniciado a sua atividade no concelho em setembro do mesmo ano, ficando a sua sede no edifício do Hospital da Calheta, sito ao Lombo da Estrela. A primeira Comissão organizadora era constituída por quatro elementos:

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Dr. José Manuel Rodrigues Braz Presidente
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Manuel Mendes Ferreira Tesoureiro
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António Pereira 1º Vogal
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Felisberto Farinha de Gouveia 2º Vogal

Como todas as instituições desta natureza, também a Casa do Povo da Calheta se constituiu enquanto organismo de cooperação social e elemento primário da organização corporativa do trabalho rural. Tinha como suas principais atribuições a cooperação social, a representação profissional dos trabalhadores agrícolas por conta de outrem e a previdência e assistência na saúde. Neste âmbito desenvolvia atividades de promoção social, cultural, moral, profissional e valorização física dos seus associados.

No início do ano de 1974, esta instituição começou por abrir Delegações nas diferentes freguesias do nosso concelho, revelando já uma clara atitude de política descentralizadora. Esta Delegações, conhecidas também como Centros de Convívio; visavam disponibilizar alguns serviços prestados na respetiva freguesia, bem como promover o convívio entre os associados.

Outra particularidade no início deste mesmo ano foi a publicação do seu órgão informativo próprio. Voz da Calheta, assim se intitulou o jornal mensal que teve, somente, três números, nomeadamente Janeiro, Fevereiro e Março de 74. Com o 25 de Abril deste ano cessou a sua publicação. Este órgão teve como Diretor José Gregório Gouveia, era de distribuição gratuita, sendo composto e impresso na gráfica do Jornal da Madeira Lda. Abordava os mais diversos assuntos, deste a realidade local, regional e até internacional.

Voz da Calheta – jornal mensal que teve, somente, três números, nomeadamente janeiro, fevereiro e março de 1974.

Com a mudança no regime político português, com a instalação da democracia, a atividade das Casas do Povo foi redimensionada, ficando responsáveis pela formação e pelo desenvolvimento rural, genericamente. A orgânica da Casa do Povo da Calheta também foi remodelada, a partir dos anos oitenta, tendo-se recolhido novos sócios e refundado à luz dos atuais estatutos. Como sócio número 1 desta nova orgânica temos o Sr. Carlos Bettencourt, que em setembro de 1986 requereu ao Exmo. Sr. Secretário Regional da Economia, juntamente com 50 sócios, a aprovação dos estatutos e constituição da Casa do Povo da Calheta. O Decreto Regulamentar Regional n.º 20/82/M de 2 de Agosto adaptou à RAM o Dec. Lei n. 4/82, estabelecendo o regime jurídico das Casas do Povo, dando início a um novo ciclo na vida destas instituições. Os atuais estatutos da Casa do Povo da Calheta foram aprovados em 29 de setembro de 1986. Assim no período entre abril de 74 e 1986 a Casa do Povo viveu um período de alguma estagnação, tendo presidido à Comissão de Eleições Júlio César Bettencourt, em novembro de 1986.

Em 1987 a Direção foi composta por:

Presidente – Orlando Alberto da Silva Barbeito;
Secretária – Maria Vanda Gonçalves Barros;
Tesoureiro – Maria Fátima Freitas Camacho Raposo;
A presidir a Mesa da Assembleia Geral Manuel Baeta de Castro,
no Conselho Fiscal Egídio dos Santos Fernandes.

1987
1990

Em 1990 foi eleita a seguinte Direção, tendo tomado posse em Março desse mesmo ano:

Presidente – Angelino Bonifácio Sumares;
Secretária – Maria Vanda Gonçalves Barros;
Tesoureiro – José Manuel Sousa Ferreira.
A presidir a Mesa da Assembleia Geral continuou Manuel Baeta de Castro,
no Conselho Fiscal Manuel Carreira Gomes Pereira.

Em 1993 tivemos a seguinte Direção:

Presidente – Angelino Bonifácio Sumares;
Secretária – Maria Vanda Gonçalves Barros;
Tesoureiro – José Manuel Sousa Ferreira.
A presidir a Mesa da Assembleia Geral continuou Manuel Baeta de Castro,
no Conselho Fiscal Manuel Carreira Gomes Pereira.

1993
1996

De 1996 a 2002 a Direção da nossa Casa foi composta pelos seguintes elementos:

Presidente – José Manuel Sousa Ferreira;
Secretário – João José Alegria Fernandes Sousa;
Tesoureira – Maria da Graça Araújo Nunes Sumares.
A presidir a Mesa da Assembleia Geral estava Angelino Bonifácio Sumares
e no Conselho Fiscal Manuel Baeta de Castro.

De 2002 a 2005 a Direção da nossa Casa era constituída por:

Presidente – Nuno Dinarte Gouveia Maciel;
Secretário – Maria Assunção Abreu dos Santos;
Tesoureira – Maria Mónica Fernandes.
A presidir a Mesa da Assembleia Geral estava Manuel Baeta de Castro
e no Conselho Fiscal Agostinho Ramos Gouveia.

2002
2005

De 2005 a 2008:

Presidente – Nuno Dinarte Gouveia Maciel;
Secretário – Maria Assunção Abreu dos Santos;
Tesoureira – Maria Mónica Fernandes.
A presidir a Mesa da Assembleia Geral estava Carlos Manuel Gomes Bettencourt
e no Conselho Fiscal Agostinho Ramos Gouveia.

De 2008 a 2016 fizeram parte da Direção:

Presidente – Nuno Dinarte Gouveia Maciel;
Secretário – Élio José Menezes Pereira;
Tesoureira – Maria Mónica Fernandes.
A presidir a Mesa da Assembleia Geral continuou Carlos Manuel Gomes Bettencourt
e no Conselho Fiscal Agostinho Ramos Gouveia.

2008
2020

Atualmente a Casa do Povo da Calheta é composta pelos seguintes membros:

Presidente – Nuno Dinarte Gouveia Maciel;
Secretário – Ana Filipa Ferreira de Sousa;
Tesoureira – Maria Mónica Fernandes.
A presidir a Mesa da Assembleia Geral continuou Carlos Manuel Gomes Bettencourt
e no Conselho Fiscal Agostinho Ramos Gouveia.

Em 1994, através da resolução de Conselho de Governo n.º 289/94, foram declaradas instituições de utilidade pública as Casas do Povo da Madeira, ficando, obviamente, abrangida a Casa do Povo da Calheta. O Estatuto de Utilidade Pública permitiu uma nova dinâmica, dotação orçamental e reconhecimento público pelas atividades prestadas.

Neste momento a sede da Casa do Povo da Calheta reside na ER 222, Estrada da Calheta, 594, Ed. Laranjeiras, D, num espaço arrendado e que não reúne as condições necessárias ao desenvolvimento das suas atividades. Deste modo, é aspiração de todos nós a construção de uma sede de raiz para o melhor funcionamento e rentabilização de todos os meios. Atualmente esta Casa do Povo dispõe de uma carrinha de 9 passageiros, que presta apoio às atividades realizadas nas diferentes freguesias.